Cotiporã

         COTIPORÃ - Lugar Bonito  
          
O fascínio do mundo rural e ecológico           

 População: 4.077 hab.                   Altitude: 800m                                    Área:183,5km2
 Clima: Subtropical                                                   Distância de Porto Alegre: 155 km

Turistas brincam na neve.

Cotiporã,conserva com autenticidade as deslumbrantes belezas naturais encontradas pelos imigrantes italianos vindos da região do veneto, por volta de 1885, quando penetraram nos rios de águas hora esverdeadas, hora azuladas e nas matas virgens da diversificada Serra Geral ocupada por índios cainguangues e por um diversificado reino animal.

 

Os índios cainguangues e tupis-guaranis já sabiam: é um lugar ( coti ) bonito (porã ). A designação de Cotiporã, linguagem tupi-guarani, para o antigo povoado de Monte Veneto foi adotada em 1939 e mantida quando da transformação em município, em 1982. Para quem conhece o local, a definição é excessivamente modesta para um dos mais deslumbrantes recantos do Estado do Rio Grande.  

 

 

 

 

 

 

 

É um local ideal para praticar o ecoturismo, o turismo de aventura e o turismo rural, com direito a fotos que parecem perfeitas para cartões postais ou para belos pôsteres. As opções vão de tranqüilos passeios a cavalo ou de carroças dos camponeses a percursos radicais em jipe, trekkings, canyoning,  roteiros em mountain bike ou rafting.

 

Casa em Cotiporã - Construção de 1889Além da ecologia e dos esportes radicais, Cotiporã também atrai os visitantes por manter autênticas características dos imigrantes italianos, com construções em arquitetura colonial, o talian dialeto usado tanto na sede como nas cercanias da cidade, os jogos venetos, o artesanato em palha de milho, as jóias em ouro, as sagras (festas de capela ) e, naturalmente, os aveludados vinhos e os saborosos produtos coloniais.

                   Atrações Turísticas:                                   

O Frigorífico A Sul Americana, conhecido como o " Pai dos frigoríficos do Brasil". Entre as construções,  com sua arquitetura peculiar, está o maior prédio em pedra basalto da imigração italiana no Brasil. 

Trilha das Lontras - um trekking de  6  quilômetros sobre um tapete verde rodeado de bromélias, xaxins, canelas e outras tantas espécies só encontradas nesse tipo de mata ciliar. O passeio dura entorno de  4 horas e é orientado por guias especializados em atrativo turístico natural, com informações detalhadas sobre fauna, flora, solo, clima, cartografia e sítios históricos  do local.

-Trilha do Cerro dos Baianos- consiste numa caminhada de três horas   sob parreirais e mata  nativa, subindo até o platô do cerro . O nome provém de um  quilombo que existiu na parte alta do cerro até o final do século XIX.  Essa trilha também é conhecido como trekking do Morro do Céu. 

-Cascata dos Marin - ( duas quedas d’água  de 80 metros cada, onde se pode praticar  escalada, canyoning  e mergulho ). Perto da queda foi aberto uma trilha que conduz ao poço encantado formado pela primeira cascata. A família Marin recebe os visitantes com seus deliciosos queijos e salames fabricados com a mesma receita de seus antepassados.   O alambique da clã esta ao lado da antiga moenda puxada por bois no passado.  O preparo da bebida é ponto  de honra da família e sem cerimônia  qualquer membro faz questão de explicar todo o processo  de fabricação.

Os vales, montanhas e as curvas do Rio das Antas lembram muito a Itália.
Toda a paisagem é de uma autêntica cultura rural italiana, com imensos parreirais    e sobrados com porões de pedra onde é feito o vinho e armazenados os produtos coloniais.

 

 

 

 

 

 

 

 

- A trilha do Arroio do Inferno, um trekking longo, aproximadamente 5 horas de caminhada pela mata ciliar. O roteiro inicia na propriedade da família Migon, que tem o privilégio de morar ao lado de uma cascata e cercada de dois arroios. No passeio perde-se a conta de tantas cachoeiras que se passa, pois como já diz o nome do arroio o seu leito é de arrepiar. 

- A Rota das Cinco Capelas é um passeio cultural  onde se pode observar os detalhes  das pequenas igrejas construídas em estilo arquitetônico único, que muitos estudiosos afirmam ser a melhor arquitetura popular brasileira. Os cemitérios das capelas também despertam interesse, muitos ainda conservam os lápides com inscrições em italiano e latim.   

                  Cotiporã também tem a segunda maior fábrica de jóias em ouro do Brasil, que já está na quarta geração.  A visita as fábricas são feitas com vaucher distribuídas no Hotel Fazenda Dal Molin ou na Secretaria de Turismo. 

Na colônia italiana é tradição a todo o final de passeio fazer um brinde, e no município ele é feito com vinho, e que vinho, nada mais , nada menos , do que o vinho Marson - Premiado em muitos países os    é um dos orgulhos da cidade. A empresa já está na terceira geração e cada ano que passa faz vinhos mais saborosos.  A cantina recebe os turistas mostrando todo o processo de fabricação e no final do roteiro no porão de pedra onde começou suas atividades, é feita a degustação.

   Prefeitura Municipal de Cotiporã 

   Fones (xx) 54-446-1320/1144/1150/13

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 O município que começa a ser descoberto pelos turistas, é repleto de cenários bucólicos, enfeitados por sobrados coloniais do fim do século XIX, morros,cascatas, rios, riachos e imensos parreirais que se perdem de vista no horizonte. Os rios riachos , com nomes pitorescos como Sapatinho, Leão, Antas, Carreiro e Paraíso, emolduram os vales verdejantes e quase fazem de Cotiporã uma ilha encantada. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cotiporã  tem 27 capelas, sendo que cada capela, ao menos uma vez  por ano, realiza  uma festa popular ( as sagras ). São super animadas, com jogos (muitos conhecidos apenas na região, como o quarenta e oito , um jogo em que o jogador tem que acertar com uma bola de madeira outras bolas colocadas distante, encima de um pedaço de pau ), missas e comilanças.